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Tudo o que correu mal na viagem da Chapecoense à Colômbia

Sucessão de erros e infortúnios levou a acidente que matou 71 pessoas.
Por José Carlos Marques e Pedro Zagacho Gonçalves|30.11.16
A célebre lei de Murphy estipula que "Tudo o que pode correr mal, vai correr mal". Parece ter sido o caso do malogrado voo da companhia Lamia, que se despenhou com 77 pessoas a bordo na Colômbia, entre as quais meia centena de atletas, pessoal técnico e dirigentes do Chapecoense, clube brasileiro que ia a Medellin jogar com o Atletico Nacional a final da Taça Sul-Americana

Uma sucessão de erros e infortúnios levou ao acidente que matou 71 pessoas. Desde logo o plano de voo. A equipa do sul do Brasil deveria ter seguido de São Paulo - onde jogou no domingo com o Palmeiras para o campeonato brasileiro -  diretamente para Medellin num Airbus 320.

Só que o voo de segunda-feira foi cancelado devido a problemas burocráticos. A Agência Nacional de Aviação Civil, vetou o trajeto por causa da lei que impede que a nacionalidade da empresa responsável pelo fretamento seja diferente do local de destino. "O pedido foi negado com base no Código Brasileiro de Aeronáutica e na Convenção de Chicago, que trata dos acordos de serviços aéreos entre os países. O acordo com a Bolívia, país originário da companhia aérea Lamia, não prevê operações como a solicitada", explicou a agência.

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