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Turista espanca menino de 10 anos para não pagar 26 cêntimos

Veja o vídeo do ataque chocante.
Por Marina Pinto e Daniela Vilar Santos|17.05.17

Um turista espancou uma criança de dez anos por não querer pagar os 26 cêntimos que lhe foram solicitados como pagamento para usar umas casas de banho privadas, em Phuket, na Tailândia. O menino, Abdull Seesa, que estava a trabalhar como rececionista para ganhar algum dinheiro extra, pediu 10 baht, cerca de 26 cêntimos, para que o turista pudesse usar a casa de banho.

As câmaras de vídeovigilância captaram o momento em que o turista espancou a criança, por se recusar a pagar para usar as instalações. A gravação mostra o homem, junto de duas mulheres de cabelo loiro, a aproximar-se das casas de banho no ‘red light district’, um ‘bairro vermelho’ conotado com a prática de prostituição, em Phuket, na Tailândia, às 03h50.

Mas o menino, que estava a trabalhar para ganhar algum dinheiro próprio, pediu como habitualmente os 26 cêntimos pelos uso das casas de banho. O turista recusou-se a pagar a quantia e tornou-se violento. Começou por arrancar um telemóvel das mãos do rapaz, deu-lhe dois estalos na cabeça e depois atirou-o para o chão. Assim que a criança se tenta pôr de pé, o homem bate-lhe novamente, lançando-o novamente ao solo.

O pai de Abdull, Tohee Seesa, oferece agora uma recompensa de 5000 baht, cerca de 130 euros, que é uma quantia considerável tendo em conta o nível de vida na Tailândia, por qualquer informação que ajude a apanhar o turista, autor dos abusos no dia 3 de Maio. Diz que o homem estará "na casa dos 30 ou 40 anos" e que fala inglês, apesar de não saber a nacionalidade do agressor.

"As casas de banho são para uso dos turistas. O meu filho Abdul trabalha ali apenas para ganhar algum dinheiro extra", explica Tohee. "Que espécie de homem faz isto a uma criança de 10 anos? Queremos apanhá-lo. Ele não pagou os 26 cêntimos pelo uso da casa de banho e atacou o meu filho. As pessoas têm de pagar para a usar porque precisamos de mantê-las limpas e funcionais", acrescenta. "Daremos a recompensa a qualquer pessoa que o apanhe para que a polícia o possa punir", declara o pai.

O circuito de videovigilância gravou o ataque na madrugada do passado dia 3, mas Tohee diz que as autoridades não conseguiram localizar o agressor.


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