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Pacto de regime

António Jaime Martins

Pacto de regime

A cada quatro anos há uma mudança radical de políticas governativas.
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Por António Jaime Martins|04.05.16
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No atual momento de vivência comunitária, salvo honrosas e cada vez mais raras exceções, ninguém faz nada por ninguém, ou pela comunidade, desinteressadamente.

A política, também ela, para variar, não escapa ao reinante nacional ‘interesseirismo’. Desde 1976 que o país vagueia ao sabor dos interesses e ideais dos dois partidos políticos que nos têm governado. Volvidos mais de 40 anos de vivência em democracia, salvo raras exceções, os ditos partidos têm sido incapazes de se entenderem sobre qualquer matéria. De quatro em quatro anos mudamos radicalmente de políticas governativas. Seja a orçamental, a fiscal, de justiça, de saúde ou de educação. Nem na questão do enriquecimento injustificado, PS e PSD se conseguiram entender.

E os portugueses não entendem as razões da desavença. O país necessita da estabilidade governativa que até tem conseguido nos últimos anos, mas necessita sobretudo de estabilidade de políticas governativas que não tem almejado. As tais que, a existirem, permitiriam às empresas portuguesas ser mais competitivas no mercado internacional e ao investimento estrangeiro tornar-se residente. Após mais de quarenta anos de vivência democrática, este desafio está por vencer.

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