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O processo-crime movido pela Justiça espanhola contra Ronaldo, à semelhança do que aconteceu com Messi e outras estrelas de futebol, é uma excelente campanha de marketing. Mostra aos contribuintes, mesmo à imensa maioria que tem dificuldade em esticar o magro salário até ao fim do mês, que a máquina tributária é impiedosa para todos. No fundo, o Fisco espanhol está a usar a imagem de CR7 sem pagar por isso.

A ação tributária pode ter reflexos no Real Madrid, que arrisca perder a sua principal estrela, o jogador decisivo na dobradinha histórica deste ano.

Na ótica da receita, uma venda por 200 milhões com CR7 a rubricar o novo contrato que rebente todas as tabelas salariais conhecidas pode ser uma saída limpa. Mas no futebol o dinheiro não é tudo. Nada garante aos madrilenos que os 200 milhões da hipotética transação comprem um craque que faça esquecer CR7. E este Ronaldo matador tem tudo para continuar no mais alto nível por vários pares de anos.

Felizmente não há dinheiro que mude CR7 de seleção. É mais uma vez a maior estrela de um grande torneio.

Graças a ele, Portugal é a equipa mais respeitada na Rússia.

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