‘Nadismo’ paralisante

Carlos Garcia

‘Nadismo’ paralisante

Tudo vale para facilitar o seu enriquecimento meteórico.
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Por Carlos Garcia|10.04.16
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A Sr.ª Ministra da Justiça apelou à "tranquilidade" para que o processo "possa avançar" e avaliar "mais à frente" (falando da "subtração" da Europol e da Interpol à Polícia Judiciária)! Traduzindo: primeiro avança-se, depois logo se vê! Como disse alguém: um "nadismo que vem fazendo escola"! Não se iluda, não nos paralise! Nada deste insidioso processo é novo! Tem dois protagonistas de "mãos dadas", há muitos anos, pertencentes às mesmas "capelinhas" de "reflexão estratégica" e ou de "culto": os interesses expansionistas das grandes "polícias integrais" e a vontade de certo poder político - prostituído pelo financeiro-económico - em criar mecanismos para melhor controlar, dificultar ou impedir a investigação das atividades criminosas mais complexas. Tudo vale para facilitar o seu enriquecimento meteórico à custa do Estado. O terrorismo e leituras distorcidas por um misto de confabulação e exercício especulativo (RASI 2015, etc.) são mero pretexto para desviar investimento "político" e financeiro para outros "serviços" (SIS, SG-SSI), em detrimento (com desmembramento) de quem realmente deve, pode e consegue fazer um combate sério a esse e outros fenómenos criminais: a Polícia Judiciária.
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