Orçamento do Estado

Carlos Garcia

Orçamento do Estado

Polícia Judiciária mal sobrevive num já longo processo de degradação.
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Por Carlos Garcia|10.01.16
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Polícia Judiciária desapareceu dos "discursos" do poder político. Não foi mencionada nas noticiadas prioridades do Ministério da Justiça, para 2016 e foi ignorada na primeira intervenção pública da Ministra da Justiça, na Assembleia da República. Estranhamente, nenhum deputado se lembrou de colocar uma única questão sobre a PJ. Esta ausência de sinais positivos para uma polícia que mal sobrevive num já longo processo de degradação contribui para acentuar a incerteza no futuro da instituição e alimentar o sentimento de revolta e desmotivação dos seus funcionários.

Nesta altura em que se elabora o Orçamento do Estado para 2016, cabe-nos relembrar, para prevenir algum esquecimento, que a PJ já não aguenta mais cortes orçamentais e que é imprescindível acautelar, neste orçamento, a realização de concursos para a entrada de especialistas para as áreas da cena de crime, de perícia e seguranças. A Senhora Ministra da Justiça, enquanto Coordenadora do DIAP e Procuradora Distrital de Lisboa assinou relatórios anuais que, constantemente e bem, apontaram a carência de efetivos da PJ como causa da diminuição da sua capacidade de resposta. A resolução deste problema está agora nas suas mãos…
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