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Fernando Sobral

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Grã-Bretanha de inícios dos anos 80 viveu um idílio único com a imagem.
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Por Fernando Sobral|28.02.15
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Na ressaca do punk e no novo mundo individualista e liberal de Margaret Thatcher, a Grã-Bretanha de inícios dos anos 80 viveu um idílio único com a imagem. Séries de televisão como ‘Brideshead Revisited’ recordavam a elegância da elite entre as guerras, a City fervilhava de dinheiro fácil, as discotecas davam lugar à imagem e ao glamour. Chegaram os Novos Românticos, os primeiros a saber aproveitar o mundo da MTV e dos telediscos que pareciam publicidade requintada.

A revista ‘Face’ era a síntese desse tempo glorioso. Os Duran Duran ou os Spandau Ballet definiram o som. Mas muitos outros personagens e grupos determinaram a pose e o som da música britânica desse tempo e que viria a dominar o som global durante a primeira metade da década. Steve Strange, que morreu há alguns dias, foi um dos nomes fundamentais desses dias. Com o DJ Rusty Egan animou as noites David Bowie (o ícone desta época) nos clubes Billy’s e Blitz de Londres.

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