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Francisco José Viegas

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Periodicamente fala-se de ‘livros complicados’ e de ‘livros acessíveis’. É um debate disparatado.
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Por Francisco José Viegas|11.11.14
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Há, sobretudo, livros que gostamos de ler e livros que ainda não lemos (cada um é um conjunto de exceções e de promessas). Em tempo de emagrecimento, o meu grande combate tem a ver com o número de páginas: gosto de romances que ultrapassam o meio milhar.

Nunca tinha lido ‘O Fantasma de Harlot’, de Norman Mailer, que anda pelas 1424 (letra miúda), e ao longo de duas semanas de setembro foi como um bálsamo, melhor do que Xanax; eu queria chegar a casa, deitar-me e ler mais cem páginas, até adormecer.

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  • De Pontes11.11.14
    SMJ , não há disparate. Existem obras subliterárias, que oferecem recompensa imediata ao leitor, sem lhes apresentar qualquer dificuldade ao entendimento. O discurso dessas obras beira o coloquial. É a leitura que agrada até aos macacos e jumentos distraídos. Já as obras literárias, possuem vocabulário mais elaborado. Por apresentarem dificuldades ao entendimento do leitor menos intelectualizado, geram repulsa. Dá-lhes trabalho.
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  • De Pontes11.11.14
    SMJ , não há disparate. Existem obras subliterárias, que oferecem recompensa imediata ao leitor, sem lhes apresentar qualquer dificuldade ao entendimento. O discurso dessas obras beira o coloquial. É a leitura que agrada até aos macacos e jumentos distraídos. Já as obras literárias, possuem vocabulário mais elaborado. Por apresentarem dificuldades ao entendimento do leitor menos intelectualizado, geram repulsa. Dá-lhes trabalho.
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