Mourão e as Candelárias

João Aranha

Mourão e as Candelárias

A abertura da época taurina é em fevereiro.
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Por João Aranha|17.01.17
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Os mais velhos, como é o meu caso, ainda se lembram da abertura da temporada taurina, que arrancava no Campo Pequeno e em Domingo de Páscoa. Uma simbiose cultural do religioso/pagão que sempre caracterizou a Festa de Toiros desde tempos inumeráveis. Na assistência, onde imperava o fato e gravata, avistavam-se alguns ‘palhinhas’ e a alegria, conjuntamente com o culto da tradição, estavam patentes.

De há umas décadas a esta parte passou a ser Mourão a merecer essa honra durante a festividade das Candelárias, que tem lugar no dealbar de fevereiro, quando simultaneamente se festeja Santa Brígida.

E se entrarmos pela história dos povos que por lá andaram, também ali encontraremos o ‘primeiro templo sagrado’ dos celtas, chamado de ‘Imbolc’, que simbolizava a purificação e a fertilidade.

O que confirma a tal simbiose e nos remete para a característica quase generalizada dos festejos raianos (e não só).

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