No mínimo ridículo

José Calado

No mínimo ridículo

Somos campeões europeus e estamos a demonstrar o porquê.
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Por José Calado|24.06.17
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Vamos ter um jogo extremamente difícil contra a Nova Zelândia, que tem um espírito guerreiro incrível. Só uma seleção ao nível dos primeiros 60’ contra a Rússia poderá levar de vencida esta equipa. Certamente, a Nova Zelândia não quer acabar esta participação na Taça das Confederações com zero pontos. Ficou provado contra a Rússia que Bernardo Silva tem de ser titular, que Adrien é presença obrigatória no onze e que André Silva, na frente com CR7, é necessário.

Fernando Santos demonstrou que não está agarrado somente a um sistema. Trocou a equipa e esse mesmo sistema, em prol não só da qualidade futebolística mas também para ter mais solidez defensiva. Neste jogo  gostaria de ver a imprevisibilidade de Gelson e que Portugal fosse a mesma equipa autoritária que observámos no jogo com a Rússia. Em suma, somos campeões europeus e estamos a demonstrar o porquê. Ainda em relação ao torneio, a apreciação do vídeo-árbitro no México-Nova Zelândia foi no mínimo ridículo. Cinco minutos de jogo parado para distribuir amarelos quando toda a gente percebeu que devia ter havido expulsões.
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