Por José Manuel Silva|11.08.16
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O que se passa em Portugal, com os incêndios, é uma dor de alma. Coitados dos que morrem ou ficam na miséria, a quem presto a minha homenagem e solidariedade.

O excesso de fogo não acontece por acaso. É um tremendo negócio para muitos. Enquanto assim for, Portugal continuará a arder. Alguém tem dúvidas?

Os interesses de alguns impedem que o combate aéreo aos fogos seja entregue à força aérea, com menos custos, mais eficácia e eliminando um foco de corrupção. O exército devia participar na prevenção, vigilância das florestas e combate aos fogos, mas está aquartelado e sem meios.

Os sapadores florestais, que desempenhavam um papel fulcral, foram reduzidos abaixo dos mínimos, por causa da ‘crise’. O que acontece às florestas e às pessoas, que se ‘lixe’...

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