Por Luís Pires da Silva|07.09.15
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Em 2013, o Papa Francisco lamentava que os refugiados e migrantes não tivessem direito ao respeito e reconhecimento dos seus valores. Todos ouvimos e esquecemos. O desespero levou a que famílias inteiras fugissem do radicalismo das suas regiões.

O seu destino foi o Mediterrâneo e a morte. A falta de uma liderança europeia, aliada à crise, promoveu o crescimento da extrema-direita que paulatinamente vê a cada eleição o seu número de votos crescer.

E é esta Europa onde renasce a xenofobia que acolhe os sobreviventes.

Em Portugal, a um mês das eleições, os candidatos lamentam o sucedido, mas nenhum se compromete sobre o que fará se for eleito. Quererão uma sociedade do deixa andar?

Porém, a esperança teima em resistir. A sociedade civil, mais ou menos organizada, sabe que se tem de integrar os que chegam. Por cá foi criada a "PAR – Plataforma de Apoio aos Refugiados" com o lema de Sophia: "Vemos, ouvimos e lemos. Não podemos ignorar."
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