Por Luís Pires da Silva|11.01.16
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Todos os anos o Orçamento do Estado estabelece as prioridades e políticas a seguir.

Para manter o défice controlado o governo terá dificuldades em escolher quais os organismos que verão os cortes mantidos. Mas vai fazê-lo.
Para ver os seus orçamentos reforçados em detrimento de outros, cada organismo justificará as suas necessidades e tentará influenciar o governo da forma que conseguir.

Como o governo tem chamado para assessores elementos da PSP, da GNR, da PJ e de tantos outros sítios, além de motivo de orgulho para essas instituições, cria a expectativa de que estes serão ouvidos.

Em comparação com estes e outros com responsabilidades de autoridade, a ASAE é dos organismos que mais tem visto o seu orçamento cortado, em que os seus meios humanos são dos mais mal pagos e tem diversos meios materiais obsoletos. Se a ASAE se fizer ouvir, verá com justiça o seu orçamento aumentado. Devido à sua pequena dimensão, serão necessários valores irrisórios. Ou seja, com pouco, muito se fará.

Espera-se uma palavra do ministro da Economia Dr. Manuel Caldeira Cabral para se saber se a ASAE foi escutada. Tendo em conta os desafios de Portugal, espera-se que sim.
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