Por Luís Pires da Silva|30.11.15
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Neste momento cada setor da sociedade tenta aproximar-se do novo governo de modo a influenciá-lo, aproveitando este facto para aumentar a sua influência, o que é legítimo.

No caso da função pública, a retoma das 35 horas semanais e a reposição dos salários são uma condição para a popularidade inicial do governo. Contudo, a desconfiança mantém-se, já que estas medidas foram insuficientes para dar a vitória ao PS.
A médio prazo, com todas as dificuldades e pressões, o governo apenas se manterá se iniciar um diálogo, que origine confiança. Dessa forma, mesmo que não cheguem ao fim da legislatura, podem, em caso de eleições, obter uma vantagem importante.

Se esse diálogo surgirá, aparentemente, com naturalidade no Ministério da Justiça, devido ao conhecimento da sua Ministra no setor, o mesmo não é tão evidente noutras áreas, nomeadamente em organismos com especificidades únicas como é a ASAE. Neste caso terá de ser a ASAE a criar esse diálogo e quanto antes, melhor.
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