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Noites tristes

Manuel Maria Rodrigues

Noites tristes

Crimes na noite têm de ser combatidos com fiscalização, prevenção e reação
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Por Manuel Maria Rodrigues|21.03.17
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A seguir às Noites da Espuma, Noites Brancas, da Cerveja, do Shot, da Kizomba, do Funk ou de Metal Music, surgiu há alguns anos, continuando a ganhar expressão significativa, uma nova modalidade associada aos espaços de diversão noturna - as Noites Tristes, caracterizadas por três modalidades: Pancadaria da grossa, Tiroteios e Naifadas, "servidas" em separado ou em pacote único.

Independentemente da forma como estes "produtos" são consumidos, sabe-se que o primeiro, "Pancadaria da grossa", é normalmente "servido" dentro dos espaços de diversão, enquanto os outros, "Tiroteios" e "Naifadas", por dificuldades de penetração do material no interior dos estabelecimentos e porque requerem um ambiente mais recatado para distribuição e consumo, são mais utilizados no exterior, a coberto da escuridão e, sempre que possível, de olhares indiscretos. É urgente intervir nesta matéria em dois vetores: identificar as razões subjacentes a cada uma das ocorrências graves que vão sucedendo e deter os seus autores; implementar políticas de fiscalização, prevenção e reação eficazes. Sem estas medidas, as Noites de Festa continuarão a transformar-se assiduamente em Noites Tristes.

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