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Por Manuel Maria Rodrigues|20.06.17
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Por três vezes, nas páginas do CM, abordei este tema. A 16 de agosto de 2016, escrevi: "Por excessivo que pareça, é inevitável escrever sobre incêndios, a mais marcante tragédia que nos devasta o País. Como disse o PR, ‘Está tudo estudado…’.

Sobre prevenção e combate, ordenamento e reflorestação, acessos e limpeza, pirómanos e incendiários, negligência e fogo posto, dispositivos terrestres e aéreos, planos e estratégias (adequados e suficientes), mas que, por fatores imprevistos, embora previsíveis, se revelam inadequados e insuficientes."

A 30 de agosto de 2016, escrevi: "Os meses de julho e agosto foram dramáticos em matéria de incêndios/ /fogo posto. Todos os quadrantes assumem prioritário arregaçar as mangas e traçar novas estratégias para fazer face a esta anunciada calamidade anual."

A 16 de maio de 2017, escrevi: "Findo o flagelo do fogo que atingiu em 2016, terras, florestas e habitações e cujo balanço se revelou catastrófico, foram através de inquéritos e estudos, identificados fatores controláveis.

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