Afinal, é bom!

Maurício do Vale

Afinal, é bom!

Ao longo dos anos, na maioria das empresas taurinas de Portugal, tem havido umas quantas frases (já) recorrentes.
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Por Maurício do Vale|31.12.16
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Ao longo dos anos, na maioria das empresas taurinas de Portugal, tem havido umas quantas frases (já) recorrentes, tais como: "o dinheiro não chega", "isto correu mal", "os artistas estão todos vistos", "ninguém mete gente", "isto é para acabar", "tenho de acabar com isto", "é preciso um desconto, porque o dinheiro não chega", "ninguém justifica o dinheiro que cobra"!

Estas são algumas das frases mais ouvidas na hora de negociar contratações, antes de rematar cartéis, ou no final das corridas. Depois, há quem cumpra e há quem não cumpra. Os profissionais sabem quem são as empresas, quem são as excepções. Mas "comem e calam", mesmo quando não comem... E nem sempre quem facilita é recompensado. 

Dizem muitos empresários que "há espectáculos a mais". Dizem, também, após os "desastres", que "as Praças não valem as rendas"... Alguns garantem que os preços dos bilhetes têm de baixar ou que "mantiveram os da temporada anterior". 

Todavia, chegam as Praças a concurso e os proprietários, regra geral, ligam mais aos valores "oferecidos" pelos concorrentes. São excepções aqueles que dão mais importância ao projecto do empresário que ao dinheiro da proposta a concurso. Os proprietários, geralmente, um pouco por todo o País, querem rendimentos a curto prazo, ou no imediato. Então, é ver as (tais) empresas a formalizarem propostas que não parecem nada realistas. São oferecidos valores que não correspondem às tais frases que atrás recordei. Afinal, em que ficamos?!

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