Credibilidade, transparência e vídeo-árbitro

Octávio Lopes

Credibilidade, transparência e vídeo-árbitro

Afronta de vieira na cara de Gomes que, até agora, passou impune.
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Por Octávio Lopes|30.09.17
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Talvez tenha chegado o momento de as entidades oficiais, do Estado e do Governo, chamarem a si a procura do encontro de uma solução que permita que seja uma entidade independente e credível a regulamentar e gerir as principais áreas que requerem independência e autonomia face aos diferentes competidores. Que saiba impor regras claras e transparentes" - esta frase foi dita por Luís Filipe Vieira, no dia 5 de agosto, no almoço que antecedeu a Supertaça, em que esteve presente Fernando Gomes, líder da FPF. Vieira colocou assim em causa a credibilidade e a independência de todos os órgãos do futebol nacional.

Até ontem, não havia notícias de qualquer processo disciplinar. Mas Vieira não explicou  se essa falta de credibilidade se aplica às últimas 4 épocas, em que o Benfica foi campeão, ou às últimas 30, dominadas pelo FC Porto. E ter dito o que disse só pode ter uma explicação: não esqueceu a afronta do vídeo-árbitro, obra de Gomes. Em 2010, Vieira foi ao Parlamento entregar uma petição para que as novas tecnologias entrassem no futebol. Nessa altura, ganhava o FC Porto, que não foi ao Parlamento. A partir de 2013/14, o Benfica começou a ganhar e, na Luz, nunca mais se ouviu falar no vídeo-árbitro. Mais, as cartilhas provam que as águias eram contra. Assim que Gomes o aprovou, voltaram a ser a favor.
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