Educar e Direito

Paula Varandas

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Os pais deviam ter a obrigação de participarem mais na vida dos filhos.
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Por Paula Varandas|07.05.16
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É com preocupação que se assiste ao divórcio dos pais para com os seus filhos, fruto da desunião daqueles. Estes filhos vivem o divórcio ou separação dos pais, por vezes com anos de litigância mútua na esfera da Justiça.

E qual é o resultado? Jovens deixados por sua conta e risco, sem que ninguém se preocupe com eles e, por conseguinte, a porta fica aberta para a delinquência juvenil.

O número crescente de jovens com idades situadas entre os 14 e os 19 anos com condutas contrárias à lei tem como consequência o aumento quer de processos Tutelares Educativos quer de processos-crime.

Os pais deviam ter a obrigação de participarem mais na vida dos filhos e não delegar nas escolas uma função que a estas não diz necessariamente respeito. Às escolas portuguesas deve-se exigir, sim, uma intervenção mais específica em ações de reflexão sobre a Lei versus comportamentos errados.

Nesta senda, e pelo facto de a sociedade civil dever ter um papel cada vez mais ativo nesta área, foi criado o projeto ‘Educar para o Direito’, tendo como destinatários os jovens dos 12 aos 21 anos, com o apoio do ‘Fórum Justiça Independente’, visando sessões de intervenção nas escolas sobre os jovens e a justiça.
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