O Sporting Clube de Portugal transformou-se num “analisador social”?

Paulo Sargento

O Sporting Clube de Portugal transformou-se num “analisador social”?

Clube tem sido o centro das atenções mediáticas nos últimos dois meses.
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Por Paulo Sargento|15.06.18
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O Sporting Clube de Portugal, instituição desportiva centenária, de grande prestigio, respeitabilidade e de (re)conhecidos pergaminhos, tem sido o centro das atenções mediáticas nos últimos dois meses. Os ângulos de análise têm sido múltiplos e enquadram-se em diferentes conceitos sociais. Tentaremos, em 7 alíneas, expô-los sucintamente:

1 – O eterno (e perigoso) retorno das lideranças autocráticas, do seguidismo avassalador e do efeito de manada;

O Presidente Bruno de Carvalho reencarna, para muitos, a figura do pequeno ditador, onde o espírito beligerante e a autocracia insensata se combinam de forma tão ímpar que nos permite relembrar os grandes estudos sobre o comportamento dos povos na sua relação com líderes estranhos, relembrando mitos sebastiânicos (Bruno, o Salvador, após o desaire da Direção de Godinho Lopes), que sustentam um seguidismo avassalador e cego (mais de 90% dos votos confirmam uma liderança, visivelmente, autocrática e querelante) que, frequentemente, responde como uma manada (violência contra jornalistas, violência contra jogadores).

2- O mobbing ou assédio moral laboral exposto ao público em tempo real;

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