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Ricardo Rio

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Geração de receitas próprias dos ativos culturais e patrimoniais é um imperativo.
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Por Ricardo Rio|15.11.17
Vivemos tempos estranhos em que a essência dos assuntos se mascara em função das reações mais ou menos inflamadas que a opinião pública e publicada – nos media ou nas redes sociais – brinda a cada um dos temas em apreço.

A manutenção e conservação do nosso património cultural exige um nível de recursos que as parcas dotações dos orçamentos do Ministério e suas entidades dificilmente conseguirão cobrir.

A margem para reforço de tais verbas, no atual e em qualquer cenário próximo, será sempre residual. É uma questão de prioridades, seguramente, mas não faltam alternativas de aplicação dos recursos públicos igualmente justificáveis.

A criação de oportunidades de geração de receitas próprias dos diversos ativos culturais e patrimoniais é assim um imperativo, que junta o "útil ao agradável": a obtenção de meios para suportar tal investimento com a colocação de tais espaços à fruição da população nos mais diversos contextos.

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