Cidadania como dever

Rui Hortelão

Cidadania como dever

Jornadas de Ciência de Arouca são um bom exemplo a seguir.
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Por Rui Hortelão|19.12.16
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Joseph Weiler, um dos mais prestigiados académicos de Direito do Mundo, apresentou o livro ‘Citizenship as a Human Right’ (Cidadania como Direito Humano), de Gonçalo Saraiva Matias, e completou os elogios à obra com o pedido de que a cidadania também fosse vista como dever.

Uma mudança que mudaria o Mundo. E que começa nas pequenas (grandes) coisas, como demonstram as Jornadas de Ciência de Arouca – a iniciativa que há dias reuniu os consagrados Sobrinho Simões, Raquel Seruca e João Sanches a jovens cientistas, investigadores e médicos, com ligações escolares ou familiares a Arouca.

Falou-se de metabolitos, aberrações microssómicas, cromatídeos irmãos, proteostase, abordagens espectroscópicas e haplogrupos. De um sistema para controlar a prescrição de antibióticos e da teoria da Relatividade Geral aplicada às trivelas de Ricardo Quaresma. Uma partilha de experiências de valor acrescentado, para a qual não foi preciso estar em Lisboa ou Porto, ter televisões à porta e gastar milhões. É verdade que Manuel Heitor, ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, participou. Mas foi apenas mais um. É bom para Arouca – ultimamente só falada pelo futebol e pelo fugitivo Pedro Dias – e para os que lhe queiram seguir o exemplo.
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