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São todos culpados

Paulo Fonte

São todos culpados

Nesta história dos cânticos ofensivos disparados pelas claques ninguém escapa imune.
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Por Paulo Fonte|paulofonte@cmjornal.pt|20.04.17
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Nesta história dos cânticos ofensivos disparados pelas claques ninguém escapa imune e não é o facto de estarem, ou não, legalizados, que, como se vê, e ouve, modera o comportamento destes grupos. Depois, é doloroso assistir à troca de acusações entre direções, quando todos conhecemos os exemplos provenientes de cima.

Se – peguemos neste simples exemplo - o presidente do Sporting, num momento que deveria ser apenas de regozijo junto dos seus apoiantes, ofende de forma gratuita todos os não sportinguistas, causando uma sensação de vergonha alheia, tudo é de esperar por parte do braço armado dos emblemas. Depois, não peça contenção.

Cânticos revoltantes são ouvidos há anos nos recintos desportivos, sob um leve abanar de cabeça ou um esgar complacente de quem sabe ter entre o coro uma guarda pretoriana para qualquer eventualidade.

Agora, este momento triste da utilização da tragédia do Chapecoense, seguido de perto pelas atitudes de alguns adeptos dos clubes da capital, pode ser uma oportunidade soberana para se travar a fundo. Que não seja necessário atirar alguém das bancadas para todos assumirem as suas responsabilidades.

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