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Por José Carlos Martins|12.10.17
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As políticas públicas prosseguidas pelos sucessivos governos relativamente ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), de forma genérica, têm promovido o seu subfinanciamento, descurado políticas geradoras de prevenção e de promoção, vitais para a obtenção de ganhos em saúde e para a sua sustentabilidade, "emagrecido" a sua capacidade de resposta pública aos processos de saúde dos cidadãos, fomentando o crescimento do setor privado da Saúde, omitido medidas em torno da organização e gestão, propiciadoras do desvio de utentes/dinheiro para "engorda" do setor privado; mantido um dispositivo prestador desajustado, deteriorando as condições de trabalho dos profissionais, sem os quais não há SNS.

Mesmo assim, está demonstrado por vários estudos que o SNS é dos mais poderosos instrumentos de coesão social e dos sistemas públicos com gestão mais eficiente.

No quadro do OE/2018 é fundamental aumentar o financiamento do SNS com vista a ampliar e a melhorar a qualidade das respostas públicas em Saúde.

É determinante investir e melhorar as condições de trabalho dos profissionais. Mas não chega.

São necessárias medidas em torno do dispositivo organizador de respostas e medidas de política… de Saúde.

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