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Por Francisco José Viegas|12.10.17
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Houve um tempo em que a Finlândia era o modelo. Se na pátria de Sibelius as turmas de liceu tinham 17 alunos, nós expulsávamos o 18º.

Se na Finlândia tinham deixado de estudar sentados, em Portugal eliminavam as cadeiras. Se lá escreviam tudo em tablets, nós queimaríamos os cadernos.

Lembro-me de um primeiro-ministro, orgulhoso de as crianças da primária passarem – como na Finlândia – a desenhar formas geométricas nas aulas, não com giz num quadro, mas com a ajuda de um computador.

Ainda houve quem dissesse que desenhar um hexâmetro à mão era pedagogicamente mais indicado – mas para quê?

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