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Por Rui Paulo Figueiredo|13.10.17
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Até que enfim!
Foto Miguel Barreira
27 de março de 2012. Foi nessa data que o inspetor Luís Flora, da PJ, assinou um relatório que viria a ser o primeiro momento desta Operação. Cinco anos e meio depois, temos hoje um despacho de acusação. Finalmente, digo eu!

Depois de se prender para investigar, como ficou claro, e de centenas de violações do segredo de justiça, que não podem deixar de ser condenadas, temos hoje 4 mil páginas que exigem tempo para ser digeridas.

No entanto, importa, desde já, reconhecer que a imprensa tem feito o seu papel, que o MP foi muito mais longe do que alguma vez fora no passado e que a justiça está em curso, embora de modo muito lento, e que não se deixou intimidar pelos envolvidos.

Agora, importa que a defesa faça o seu trabalho, que os prazos de instrução possam dar efetivas condições de defesa aos acusados, que o juiz de instrução seja imparcial e que o processo siga o seu curso.

Gostava que, quanto ao passado, tudo se viesse a esclarecer. E, quanto ao futuro, importa reforçar o controlo de uma eventual promiscuidade entre poderes políticos e económicos.
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