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Por F. Falcão-Machado |13.10.17
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Os júris dos Prémios Nobel deste ano não nos ofereceram grandes surpresas. Os galardões da área científica - Física, Química e Medicina - não permitiram grandes comentários dada a especialização que exigem a quem os queira avaliar.

Registe-se apenas a curiosidade do prémio da Física vir confirmar mais uma previsão de Albert Einstein, agora sobre as chamadas "ondas gravitacionais".

Maior controvérsia costumam causar os prémios atribuídos nas áreas das ciências humanas e da abnegação. Este ano, foram consagrados os méritos literários do autor anglo-japonês Kazuo Ishiguro, recordado por haver inspirado um filme notável, 'Os Despojos do Dia'. Quanto ao Prémio Nobel da Paz, acabou por ser concedido à Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares em reconhecimento da pertinência e atualidade dos seus objetivos.

Finalmente, o Nobel da Economia brindou um controverso economista americano que se tem dedicado ao estudo da racionalidade dos comportamentos económicos do ser humano. De qualquer modo, as personalidades laureadas pela Fundação Nobel não deixam de nos demonstrar que a fé no progresso continua a ser um apanágio da Humanidade.
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