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A mão da geringonça

Raul Vaz

A mão da geringonça

As contas do FMI situam a dívida portuguesa como a quarta maior.
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Por Raul Vaz|21.04.17
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Há boas notícias num programado conta-gotas. As reformas de quem começou a trabalhar aos 14 e tem 60 não terão qualquer corte. O salário mínimo será de 600 euros no fim da legislatura, 2019. Justiça.

Mas como o mundo não é justo, chegam de fora as más notícias. As contas do FMI situam a dívida portuguesa como a quarta maior do mundo. Nas contas da Bloomberg, o imposto nos combustíveis atira o preço para dos mais elevados do mundo.

É este o modus vivendi da geringonça, dar com uma mão e tirar com a outra, enfatizar a que dá e deixar a outra no bolso, escondida. Razão tem o comunista Paulo Sá: "É preciso reverter o saque fiscal". Ora nem mais.

Acontece que quando não se cria riqueza para criar justiça, tem de se usar o que está à mão. A que dá e a que tira.
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