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Por João Pereira Coutinho|19.06.17
Uma pessoa lê os especialistas em calamidades naturais – incêndios, terramotos, inundações – e as conclusões são unânimes: a natureza pode ser incontrolável; as consequências não.

Um terramoto de igual intensidade no Primeiro e no Terceiro Mundos não apresenta o mesmo número de vítimas. Agora, a tragédia caiu-nos em cima.

Porquê? Uma ‘trovoada seca’ não chega. É preciso o resto: como se reagiu a isso; com que meios; com que planos; com que rapidez; com que profissionalismo; e etc, etc. Não basta dizer que se fez ‘o máximo’ quando ‘o máximo’ pode ser negligente, ignorante, ou ambos.

No limite, não é a natureza que mata. É a pobreza – material ou mental – dos homens.

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