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Por Magalhães e Silva|11.11.17
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Quando, em maio de 2014, veio a troika para exigir mais medidas restritivas, fiquei perplexo com as cedências do Governo.

É que, nessa altura, a troika, perante a reafirmada recusa de novo financiamento pela UE/BCE/FMI, só tinha que se conformar com a solução que estava definitivamente decidida: a saída limpa.

Contexto em que não seria difícil gastar algumas tardes a tomar chá com a equipa da troika, para salvar as aparências, mas ceder… nada.

Vem isto a propósito do episódio do aumento de percentagem no pagamento das horas extraordinárias da função pública e de outras medidas de caráter permanente para esta área, em tributo ao BE e ao PCP.

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