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Cortar em chefias

Luís Pires da Silva

Cortar em chefias

Planificar e montar uma fábrica tem um elevado grau de complexidade, contudo o difícil é gerir as pessoas que aí vão trabalhar. Um problema transversal a todos os organismos públicos é a gestão do pessoal. A ASAE não é excepção. Sem querer abordar a escassez de inspectores e pessoal auxiliar, nesta altura crítica que o País atravessa tem de se ter especial atenção ao dinheiro gasto com pessoal.
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Por Luís Pires da Silva|28.05.12
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Cortar em chefias

Um dos problemas graves com que a ASAE se tem deparado é a disparidade de ordenados entre pessoas que na prática desempenham as mesmas funções. O que provoca mal-estar na instituição. Este problema apenas pode ser resolvido com o tão esperado estatuto dos inspectores da ASAE.

Entretanto, em vésperas da saída da Lei Orgânica, pode e deve cortar-se dinheiro em chefias que... não chefiam.

Sabe-se que este governo tem como objectivo diminuir o número de dirigentes. Espera-se que sejam extintos os lugares de chefia em que o número de funcionários é reduzido ou inexistente. A situação já deveria ter sido corrigida há muito tempo e é pena que tenha de ser feita devido às condições do País. Mais vale tarde do que nunca.

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