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Desterro com glória

António Magalhães

Desterro com glória

Carlos Queiroz, o mal amado, tem a força dos resultados.
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Por António Magalhães|17.06.17
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Carlos Queiroz já saiu de Portugal há sete anos, após ter regressado doze anos depois de ter abandonado o Sporting.

Despedido sem honra nem glória da Seleção (num longo processo litigioso que não engrandeceu as partes envolvidas, inclusivamente o governo de então e o laboratório antidopagem), aceitou um desafio maior do que o próprio talvez supunha quando em 2011 passou a assumir o cargo de selecionador do Irão.

Maior, porque durante uma longa primeira fase deste ciclo, Carlos Queiroz comandou a seleção de um país que foi vítima de um embargo mundial não dispondo, por isso, de recursos financeiros para cumprir programas de preparação ao nível da exigência competitiva.

Apesar disso, Carlos Queiroz conduziu o Irão a apuramentos históricos - porque também consecutivos – para dois Mundiais. Este último conseguido com impressionante limpeza e, de novo, sob a ameaça de represálias económicas internacionais por via da pressão exercida pela América de Trump.

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