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Era dispensável a forma leviana como a CGD foi tratada.
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Por Ricardo Rio|01.12.16
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A discussão em torno da manutenção dos centros de decisão de ativos empresariais sempre incluiu a Caixa Geral de Depósitos (CGD) como uma das entidades que deveriam manter a sua propriedade na esfera nacional (e pública, se possível).

Entre outros argumentos, sobressaía a importância estratégica que um banco desta natureza poderia assumir na relação com o setor público, no financiamento à economia e na ligação com as comunidades no exterior, sem jamais se questionar a racionalidade económica das relações comerciais a estabelecer.

Hoje, constatamos que a CGD não ficou imune aos constrangimentos que se colocaram a inúmeras entidades financeiras a nível internacional, que nem sempre tomou as suas opções numa base de transparência e razoabilidade e que precisa de apoios substanciais para assegurar a sua estabilidade financeira e o cumprimento da sua missão.

E é precisamente face à relevância que ainda tem e terá para o País e pelos desafios que a sua gestão enfrenta no futuro imediato que tinha sido perfeitamente dispensável a forma leviana como foi tratada pelo Governo e pelos seus novos ex-administradores ao longo dos últimos meses. Só falta saber se não irá um ministro no pacote…
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