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Portugal tornou-se  um gigantesco palco de teatro do absurdo. Por vezes trágico, muitas vezes grotesco. E quem manda no Estado tem elevada responsabilidade nessa dramaturgia, pela incúria com que trata  os assuntos.

Há um traço comum entre as tragédias de Pedrógão, os incêndios das Beiras, a anedota sem consequências políticas do assalto a Tancos, o surto de legionella mortal num hospital de Lisboa e  os jantares de gala no Panteão. Quem manda não cumpre o seu papel, não prevê, nem cuida.

O caso do  jantar  revela uma mercantilização absurda deste Estado que ainda por cima está entregue a gente que é capaz de matar os pais para ser convidada   para o baile dos órfãos.

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