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Os oito odiados

Miguel Alexandre Ganhão

Os oito odiados

Os fãs do realizador norte-americano, Quentin Tarantino, não dispensam uma boa cena de ‘sangue e tripas’.
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Os fãs do realizador norte-americano, Quentin Tarantino, não dispensam uma boa cena de ‘sangue e tripas’. É até com algum desapontamento que chegam ao fim de um filme sem que se mostre um corpo desfigurado por um tiro de caçadeira ou esquartejado por algum acidente improvável.

O título da sua última película: ‘Os oito odiados’ calha que nem uma luva na recente remodelação governamental. Não que os oito novos secretários de Estado despertem algum tipo de repulsa, mas é a envolvente da mudança que deixa alguma desconfiança no ar...

Voltando ao filme, um ‘western’ típico, o enredo é simples; familiares de uma condenada à morte assumem identidades falsas e esperam que a carruagem que a transporta faça uma paragem num albergue para a libertar.

É assim um pouco como a remodelação ontem efetivada. Existe uma série de personalidades que aceitam desempenhar um determinado papel durante um determinado tempo, de modo a libertar o governo de um aperto que o poderia ferir de morte.

O filme acaba com a carnificina habitual, o governo continua a esquivar-se das balas.

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