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São maus árbitros e ponto final

Octávio Lopes

São maus árbitros e ponto final

FPF tem de ajudar Fontelas Gomes a correr com alguns artistas do apito.
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Por Octávio Lopes|11.11.17
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Fontelas Gomes, líder do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol, tem à sua disposição alguns árbitros sem categoria suficiente para continuarem a dirigir jogos que podem decidir a vida de jogadores e treinadores e tirar aos clubes milhões de euros. Alguns são maus e ponto final. O que é que o ‘pobre’ homem pode fazer se para as nove partidas da Liga tem de escolher sempre entre os mesmos 23? 

Não pode chegar ao ponto, como tem sucedido, de ter de nomear um dos que viu mal ou não quis ver o evidente por não ter quem o substitua. Será que a FPF, que, afinal, é quem manda nisto tudo - Pedro Proença continua a ver passar a banda - não o podia ajudar?

Quem gosta de futebol e aprecia a verdade desportiva já percebeu que alguns artistas do apito que por aí proliferam há muito que deviam ter sido corridos. Dos relvados e das cadeiras confortáveis do vídeo-árbitro. Como é possível que uma agressão como a de Eliseu no Benfica-Belenenses não tenha sido vista pelo árbitro (Rui Costa) e pelo vídeo-árbitro (Vasco Santos)?; como é possível que Carlos Xistra tenha tirado um golo limpo ao Sp. Braga por ter apitado antes do tempo recomendado?; como é possível que Fábio Veríssimo não tenha marcado dois escandalosos penáltis contra o FC Porto no jogo com o Belenenses? E há mais exemplos, muitos mais....

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