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Por Manuel Maria Rodrigues|29.11.16
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Década e meia após o início do novo século, o país e o mundo debatem-se com vários flagelos, ressaltando o terrorismo.

É visível o crescendo da radicalização de conflitualidade política, cultural e religiosa, que conjugada com a génese primitiva do ser humano, traduzida no ódio, intolerância, racismo e ganância, formam o caldeirão de ingredientes ideal para produzir um número inacreditável de atentados terroristas dos quais resultaram milhares de vítimas.

O impacto mediático que estas ocorrências produzem quase nos impede de sentirmos outros dramas diários da nossa sociedade, nas nossas cidades, nas nossas ruas, nos nossos prédios. São os nossos terroristas caseiros, que praticando um terrorismo físico ou psicológico em contexto doméstico, produziram, só este ano, 22 vítimas mortais.

Decorridos dezasseis anos do novo século, ascende a cerca de 500 o número de mulheres assassinadas. Urge educar e formar desde a infância, erradicando qualquer sinal que traduza desrespeito pelo outro. Dispensamos terroristas caseiros.
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