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Um Orçamento coerente

Fernando Medina

Um Orçamento coerente

Apesar de não subscreverem essas regras, os partidos à esquerda percebem bem que há diferenças e viabilizam este caminho.
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Por Fernando Medina|19.10.16
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O Orçamento do Estado (OE) para 2017 é coerente com os objetivos traçados por António Costa há dois anos: continua a devolver os rendimentos, do trabalho e das pensões, e respeita os compromissos europeus. É a segunda vez, aliás, que o Orçamento tem esta marca.

O documento agora apresentado consolida uma mudança de política relativa à distribuição e recuperação dos rendimentos - algo que sempre nos foram dizendo ser impossível - ao mesmo tempo que será responsável por um défice bem abaixo dos 2%.

É um Orçamento mais justo, permitindo a recuperação gradual dos rendimentos de trabalho e das pensões, compensando-os com alguns aumentos em impostos sobre o consumo ou no património de valor mais elevado.

De resto, as famílias de menores rendimentos merecem uma atenção particular: os manuais escolares vão passar a ser gratuitos para o 1º ciclo, a universalidade do pré-escolar começa aos 3 anos, os desempregados de longa duração continuarão a ser apoiados, a tarifa social da eletricidade e o abono de família vão abranger mais famílias e o Indexante dos Apoios Sociais vai ser atualizado.

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