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Um papel inédito

Um papel inédito

Sem bestas negras, Portugal corre o risco de ser favorito.
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16.06.17
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Aquele improvável e fantástico golo de Eder em Paris concretizou um sonho que acreditava ser impossível: ver a Seleção ganhar uma grande competição.

Sou da geração que viu os patrícios mostrar o seu perfume no Euro de 1984. Estivemos quase a ganhar à França de Platini. Ficaram as fintas de Chalana, os golos de Jordão e a dor de morrer na praia.

A sensação repete-se com uma das melhores equipas portuguesas de sempre, a do Euro 2000, aquela que num jogo memorável de Figo e Rui Costa e Nuno Gomes dá a volta a um mau começo com a Inglaterra. A mesma seleção que tinha uma versão B que esmagou a Alemanha, é afastada da glória pelos gauleses de Zidane.

Em 2004 assisti na Luz ao banho frio de um solitário golo grego. Se aquela equipa não conquistou em casa o troféu, a lei das probabilidades dizia que era quase impossível chegar à Taça.

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