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Unidades regionais

Teófilo Santiago

Unidades regionais

Só por ignorância ou má-fé não se reconhecerá papel que têm na justiça.
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Por Teófilo Santiago|02.12.16
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Depois de longo e intermitente processo de gestação, foi criada – formalmente – esta semana a unidade nacional de combate ao crime informático, UNC3T. Facto recebido com justificada satisfação por todos na Polícia Judiciária e em que alguns, mais entusiastas, pretendem ver o início do devir anunciado.

Será bom que na vertigem dos tempos, em que sobram manifestações de intenções e palavras encantatórias mas vazias – modernizar e inovar –, não regresse a tentação de questionar o papel dos departamentos regionais, estrategicamente instalados, a que só por ignorância ou má-fé não se reconhecerá um papel determinante no bom-nome e prestígio que a PJ goza.

Uma hipotética desvalorização ou descaracterização das unidades regionais representaria um retrocesso da vontade e necessidades, criteriosamente fundamentadas nos preâmbulos de anteriores leis orgânicas, de - com exceção de  realidades criminosas mais complexas, em razão da sua natureza, serem tratadas e investigadas por unidades centrais especializadas – dotar a PJ com estruturas descentralizadas, que permitem uma intervenção competente, rápida e eficaz em todo o território, combatendo o crime e tranquilizando as populações.

Inovar sim, inventar não!
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