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As forças de elite e a medicina

Octávio Ribeiro

As forças de elite e a medicina

As forças de elite exigem uma rigorosa triagem dos seus candidatos. O que não é aceitável é que essa triagem seja feita pelo dano morte.
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Desde a Fundação, Portugal tem razões para se orgulhar da sua juventude. E, de entre os jovens, sempre se destacam os mais despojados de medo. São estes que asseguram a capacidade limite de defesa ou de ataque.

Comando, Pára, Fuzileiro, Ranger, ser membro de uma força militar especial não é para qualquer um. É, aliás, para muito poucos. Daí a designação ‘especial’. Os que se oferecem como voluntários precisam de ser triados em rigorosos exercícios, que se aproximem o mais possível do ambiente de guerra para que estas forças existem.

Ninguém deseja a guerra, mas o facto é que essa extrema doença social persiste. E, persistindo, Portugal deve envolver-se com os seus aliados no esforço para que acabe com vitórias do lado da democracia. Dos que cultivam os direitos humanos, a igualdade entre raças, religiões, géneros. Os não fanáticos.

As falsas pombas, que se tornam falcões só quando o voo picado é feito para a esquerda, podem achar que Portugal não precisa de forças militares de elite. Infelizmente, precisamos. Como qualquer país que ainda se preze.

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