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Caos na Saúde domina debate quinzenal

Todos os partidos apontaram o dedo ao atual Governo.
Por Diana Ramos|10.01.18
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O caos nas Urgências e as dificuldades no setor da Saúde levaram esquerda e direita a apontar o dedo a António Costa, que garantiu não haver cativações no setor. A EDP e os CTT também obrigaram o primeiro-ministro a dar explicações.

"Os profissionais de saúde estão a fazer tudo, o senhor é que não está a fazer nada", atirou Hugo Soares, do PSD, o primeiro a questionar Costa. Catarina Martins, do BE, foi mais dura e quis saber por que motivo o Governo não usou os 385 milhões de folga – resultado de o défice de 2017 ficar abaixo do previsto, nos 1,7% –para a Saúde. "É inexplicável", frisou a líder do BE.

Já Assunção Cristas, do CDS, ligou os problemas no setor às retenções de verbas feitas pelas Finanças, o que obrigou Costa a dizer que "não houve cativações no Serviço Nacional de Saúde". Já na resposta ao PCP, o primeiro-ministro garantiu que "camas nos corredores não são regra"e justificou que os "a política do Governo não deve ser avaliada nos períodos de pico".

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