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Jorge Sampaio nega qualquer acordo para dissolver AR em 2004

Antigo Presidente da República diz-se pessoa "de boa fé".
19.03.17
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O antigo Presidente da República Jorge Sampaio negou este domingo qualquer tipo de combinação na dissolução do Parlamento em 2004 e afirmou-se uma pessoa "de boa fé" e sem arrependimentos.

Convidado no ciclo de conversas, no Centro Cultural de Belém, da jornalista Anabela Mota Ribeiro, Jorge Sampaio acabou por abordar a polémica dissolução do Parlamento quando o social-democrata Pedro Santana Lopes era primeiro-ministro, ainda que sem nunca falar diretamente do atual provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, nem responder às suas críticas.

Num livro (biografia política) que será lançado na segunda feira, Jorge Sampaio diz que se fartou de Santana Lopes como primeiro-ministro e que este estava a deixar o país à deriva. Na última semana, Santana Lopes tem-se desmultiplicado em críticas a Sampaio (às quais este não respondeu) e pediu mesmo um debate televisivo sobre o assunto.

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