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Operação Marquês aperta cerco à Ongoing

Procuradores sem dúvidas de que empresa de Nuno Vasconcellos recebeu orientações do Grupo Espírito Santo e de Ricardo Salgado em relação à PT.
Por Ana Luísa Nascimento|16.07.17
Os procuradores do caso Marquês não têm dúvidas de que o Grupo Ongoing subordinou a sua atuação em relação à PT a estratégias definidas pelo Grupo Espírito Santo (GES) e, nos últimos tempos, desencadearam diligências visando os administradores da empresa, que está em situação de insolvência.

O juiz autorizou buscas a Nuno Vasconcellos, patrão do grupo, e a Rafael Mora e Gonçalo Carvalho, mas em relação ao primeiro a diligência acabou por não ser concretizada por se encontrar no Brasil.

Segundo apurou o CM, a investigação suspeita de que uma das sociedades participadas pela Ongoing prestou serviços de consultoria à PT, designadamente no Brasil, também em obediência a uma estratégia definida pelo GES e por Ricardo Salgado - apontado no processo como o principal corruptor de José Sócrates, ambos arguidos no inquérito. Por outro lado, foram detetados investimentos da PT em fundos geridos pela Ongoing que ascendem a milhões de euros.

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