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PCP reclama do "ritmo" do Governo no aumento do salário mínimo nacional

Jerónimo de Sousa defende que proposta de 600 euros não é irrealista.
14.09.17
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O secretário-geral do PCP defendeu esta quinta-feira que "o ritmo" do Governo não está a ajudar à valorização do trabalho em Portugal, mas insistiu que 600 euros de salário mínimo nacional (SMN) "não é irrealista".

Durante uma visita à fábrica de confeção de roupa interior Huber Tricot, em Santa Maria da Feira, em que lamentou o facto dos funcionários ganharem apenas "dois euros acima do salário mínimo nacional" e acumularem demasiado serviço em banco de horas, Jerónimo de Sousa opôs-se a que a valorização salarial em estudo pelo Governo tenha como limite os 580 euros.

"É fácil perceber que o ritmo [de aumento salarial] que o Governo pretende não é correspondente com aqueles que são os anseios profundos de centenas de milhares de trabalhadores portugueses que vivem com o SMN, o que dificulta a sua vida e tem uma ligação muito estreita com o seu futuro de pensionista - porque, tendo salários baixos, teremos sempre reformas baixas", explicou o líder dos comunistas.

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