Porto guarda 90 milhões para Bolhão e Campanhã

Rui Moreira espera por descentralização para acertar financiamento.
Por Manuel Jorge Bento|18.04.18
Porto guarda 90 milhões para Bolhão e Campanhã
Rui Moreira Foto MANUEL FERNANDO ARAÚJO / LUSA
A Câmara do Porto terminou 2017 com um saldo de gerência de 90,7 milhões de euros, que transitam para o orçamento deste ano. Rui Moreira, presidente da autarquia, diz que "é preciso fazer investimentos necessários [como as obras no Mercado do Bolhão ou o Terminal Intermodal de Campanhã] e foi preciso amealhar". A oposição critica o "excedente" e exige a redução do Imposto Municipal sobre Imóveis.

Álvaro Almeida (PSD) criticou o facto de "a execução continuar a ser baixa, uma das mais baixas do milénio". Rui Moreira responde que há "muitos constrangimentos relativamente à execução de investimento", como o Tribunal de Contas.

Já Manuel Pizarro (PS) diz que "é muito positivo que a câmara tenha boas contas", mas as mesmas demonstram que "é evidente que há um problema" com os investimentos, devendo a habitação para a classe média ser prioritária, uma vez que ela "está arredada dessa possibilidade" atualmente. Ilda Figueiredo (CDU) considera que a autarquia "está a fazer a recolha [de receitas], mas não está a fazer um serviço público eficaz".

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