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Acusado de matar a tia em Famalicão revelou "perfeito domínio" do caso

Armindo Castro começou por negar, durante quatro horas, a prática do crime, mas após um intervalo assumiu a autoria dos factos.
Por Lusa|13.11.17
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Um inspetor da Polícia Judiciária (PJ) afirmou esta segunda-feira, no Tribunal de Guimarães, que um estudante acusado do homicídio da tia em Joane, Famalicão, registado em março de 2012, revelou "um perfeito domínio do cenário" do crime.

Falando na segunda audiência do julgamento, aquele inspetor disse que aquele arguido, Armindo Castro, demonstrou um "perfeito domínio" dos factos e do cenário do crime e "revelou pormenores que só ele podia saber".

Quando foi interrogado pela PJ, Armindo Castro começou por negar, durante quatro horas, a prática do crime, mas após um intervalo assumiu a autoria dos factos.

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