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Acusam TST de deixar passageiros em terra

Multiplicam-se queixas contra a supressão de carreiras da Transportes Sul do Tejo.
Por Sofia Garcia|13.07.17
Andreia Campos, residente em Setúbal, paga todos os meses um passe no valor de 102,75 euros para se deslocar a Lisboa para trabalhar, na carreira nº 562 da Transportes Sul do Tejo (TST), rumo à Gare do Oriente. A formadora, na área do Marketing, apresentou queixa no site da empresa na passada sexta-feira, depois de mais uma vez ter sido "deixada em terra".

"Entro às 09h00 no trabalho, em Lisboa, e só consegui apanhar o autocarro das 08h45, o motorista simplesmente não tinha autocarro para trabalhar. O primeiro autocarro ficou logo cheio e fiquei em terra. É inadmissível", disse Andreia Campos ao CM.

A Andreia Campos somam-se dezenas de utentes que reclamam a supressão inesperada de carreiras, a sobrelotação de autocarros, que provoca atrasos aos passageiros, e as más condições dos veículos. "Ar condicionado não existe. Guardam os melhores autocarros para os alugueres que nesta época são frequentes. Pagamos centenas de euros por ano", acrescenta Andreia.

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