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“Alterar modelo é passo em falso para segurança dos portugueses”

O Sindicato Nacional de Oficiais de Polícia (SNOP) contestou esta terça-feira a proposta da comissão de revisão do novo Conceito Estratégico de Segurança e Defesa Nacional (CESDN) em tornar a PSP numa polícia de proximidade e a GNR a força de segurança responsável pelo combate à criminalidade violenta. “Alterar o modelo de segurança interno português é um passo em falso para a segurança dos portugueses”, refere o Sindicato, num comunicado a que o CM teve acesso.
18.12.12
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“Alterar modelo é passo em falso para segurança dos portugueses”
Foto Manuel Moreira

O SNOP garante que este é um tema fará com que os Oficiais da Polícia não fiquem “seguramente impávidos” e que esta é uma matéria que “não pode ficar à mercê de interesses corporativistas, de conceitos e visões perfeitamente distorcidos sobre a realidade portuguesa, ou de ambições de poder e protagonismo”.

Numa dura crítica ao CESDN, este sindicato – liderado por Henrique Figueiredo – afirma que o Governo quer desviar-se dos modelos policiais europeus, “mais parecendo aproximar-se ao pior estilo da América Latina”.

Quanto à Unidade Especial de Polícia – que pode vir a ser extinta com este novo modelo – o SNOP defende que esta deve funcionar “numa lógica de complementaridade de actividade policial e de escalada de meios de força.”

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2 Comentários
  • De JNabais19.12.12
    Será que o Sr. Henrique Figueiredo está a comparar o modelo policial da GNR com um modelo, “... ao pior estilo da América Latina?! Como será que chegou a Oficial da PSP e a lider do SNOP?!
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  • De Ze Cascais18.12.12
    Trta-se de facto de militarizar a republica. Não existe qq argumanto para esta mudança nem economico e muito menos de eficácia. O que está em causa é apenas criar cargos para os 150 generais que perderam protagonismo.
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