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"Carrinha era um caixão com rodas", diz procuradora sobre acidente que vitimou 12 emigrantes

Condutor Ricardo Pinheiro condenado a três anos de prisão e Arménio Pinto a quatro.
Por João Tavares|14.06.18
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Velocidade excessiva, veículo sobrelotado, condução perigosa, carga mal acondicionada. Foram estes os fatores que estiveram na origem do acidente que, a 24 de março de 2016, matou 12 emigrantes, perto de Moulins, França.

Um serviço de transportes ilegal da responsabilidade de tio e sobrinho. "Aquela carrinha era um caixão com rodas", disse a procuradora, antes de o condutor, Ricardo Pinheiro, de 22 anos, ser condenado a três anos de prisão e Arménio Pinto, de 44, organizador da viagem, ser punido com quatro anos.

Os juízes demoraram pouco mais de uma hora a deliberar. Nesse período, Ricardo Pinheiro chorou. Já o tio dirigiu-se a familiares das vítimas e pediu desculpas.
Ricardo e Arménio, naturais da zona de Trancoso e emigrados na Suíça, respondiam por 12 crimes de homicídio por negligência, pelo acidente que teve como palco a RCEA, conhecida por ‘estrada da morte’.

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